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Gato sozinho em casa: descubra como fazer a adaptação

O ano de 2022 chegou trazendo muita esperança a todos os setores do mercado, e não apenas quando o assunto é trabalho, mas também na educação. O movimento de retorno ao escritório, observado ainda no ano passado, agora também é refletido nas escolas e universidades.

E mesmo para quem já se acostumou com a rotina de fazer tudo de casa, e de pijamas, a retomada das atividades presenciais é o sinal de que, aos poucos, tudo tem voltado à ativa. No entanto, como é que fica a situação dos pets de pandemia?

O apelido de pet de pandemia se tornou muito popular entre os tutores para se referir aos peludos que foram adotados no período mais crítico do isolamento social. Afinal, é possível observar um aumento significativo no número de adoções desde que a pandemia começou.

O motivo? As pessoas passaram a ficar mais tempo em casa e começaram a perceber que, na verdade, se sentiam muito sozinhas e precisavam de uma boa companhia.

O problema: e agora que o trabalho e os estudos presenciais são obrigatórios? Como é que fica a rotina do gato sozinho em casa?

Isso quando falamos exclusivamente sobre o retorno do tutor à rotina diária, que permite que ele volte para casa todos os dias. Entretanto, sabemos que muitas viagens, que foram desmarcadas no início da pandemia, estão sendo remarcadas agora. Será que os tutores e os gatos estão preparados para um tempo distante?

Sabemos que alguns tutores têm perdido o sono pensando em como será daqui para frente, com seus bichanos em casa. E para te ajudar neste momento tão delicado, trouxemos neste conteúdo algumas dicas práticas para auxiliar na adaptação do gato sozinho em casa. Confira!

Tem um gato sozinho em casa? Saiba o que fazer!

Chegou a hora de sair de casa para trabalhar e estudar, e nossos bichanos já têm sentido os efeitos da nova rotina. Os gatinhos, acostumados com a presença dos tutores em casa em tempo integral, de repente têm lidado com a ausência de toda a família.

Uma mudança tão brusca assim é um gatilho causador da Ansiedade de Separação, um distúrbio psicológico que faz com que o bichano apresente comportamento destrutivo, depressão e problemas físicos de saúde.

A rapidez do seu diagnóstico depende muito dos primeiros sinais e do comportamento habitual do seu gato. Nem sempre é tão fácil diferenciar uma simples bagunça de um comportamento destrutivo por Ansiedade de Separação.

Da mesma forma, o tratamento depende muito do quadro clínico do felino, a disponibilidade da família e seus hábitos e comportamentos. O veterinário é a pessoa recomendada para orientar sobre como prosseguir, no entanto, os gatilhos devem ser evitados.

Mas o que fazer então?

Nem sempre o tutor tem opção. Trabalho e estudos, muitas vezes, são inegociáveis e têm horários fixos. Por isso, a melhor opção é ajudar o gatinho a se ajustar à nova rotina da família e, é claro, ter muita paciência e atenção durante o período de adaptação.

Para os tutores de gatos, por exemplo, o processo pode ser muito tranquilo, como também muito desafiador. Isso porque os gatos normalmente conseguem lidar melhor com a ausência do que os cães, por exemplo, mas são animais de hábitos.

Isso significa que, apesar de se sentirem mais confortáveis sozinhos do que outras espécies, eles são muito mais apegados aos hábitos já adquiridos. Então, se seu pet não sofrer tanto pela sua ausência por saber ficar sozinho, provavelmente sofrerá com a mudança de rotina.

Comece aos poucos

Então, nossa primeira dica é que você comece aos poucos. Algumas semanas antes da mudança de rotina, tente adaptar seu pet à sua ausência. E como fazer isso? Bom, comece a manter certa distância por um tempo, fazendo com que ele se acostume a não te encontrar em casa o tempo todo, todos os dias.

Saia por alguns minutos, depois algumas poucas horas. Faça isso até que ele esteja habituado a ficar sozinho em casa pelo tempo necessário para que você cumpra suas responsabilidades fora.

Invista em brinquedos

Gatos são animais cheios de energia e que gostam de encarar novas aventuras. Então, um gato sozinho em casa deve sempre ter muito que fazer e com o que se distrair.

Espalhe seus brinquedos preferidos pela casa, crie desafios criativos (como deixar a comida em um lugar de difícil acesso, mas que ele seja capaz de resolver) etc. Dê a ele a oportunidade de viver novas aventuras (seguras) enquanto você não estiver por perto.

Estar cercado de itens aos quais ele já está acostumado e em um ambiente conhecido por ele, fará com que seu bichano não se sinta tão sozinho ou deslocado.

Seja presente quando estiver presente

Ao retornar para casa, dê ao seu gato toda a atenção e cuidados necessários. Dessa forma, ele entenderá que você voltará todos os dias e que ele não precisa se preocupar. E tenha paciência se seu pet ficar mais carente e precisar mais do seu tempo.

O gato sozinho em casa pode se sentir abandonado ou substituído. Principalmente os pets que já foram vítimas de abandono por outra família e tutores. Então, procure entender como seu bichano se sente e seja compreensivo.

Vocês superarão mais esse desafio juntos!

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